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Conviver e viver é delicado…

Olhar no olho… vale muito, vale demais.

Ouvir palavras corretas, declarações, testemunhos, vale pra caralho e faz diferença.

Sentir, pegar, encostar, abraçar é quase vital.

Telefonar então, é quase uma manifestação tão nobre que soa como mais um sentido para se somar as 5 sensações do nosso corpo.

E a nossa vida ? E o que está ao redor ? E a influência que esses atos causam nos outros ? E a angústia de ter consciência do tamanho e nebuloso mundo que está se construindo, com nossas mãos ? E a inoperância dos atos, a insegurança nas decisões, os raciocínios milimetricamente planejados, as frustrações causadas, o rancor concebido, a construção de um ódio irreversível ? Isso é fudido de pesado, mas nem por isso deve ser evitado ou combatido. E a responsabilidade inserida nesses atos é alta, arriscada e solitária. Porque só assim, no fundo do posso, abstraindo de todas as consequências de ordem pessoal é que se cresce…

O que eu quero dizer ? Eu quero dizer que só a tranquilidade que você se obrigou a ter, privando tudo isso forçadamente há temos atrás é que gera a serenidade para decidir ou agir de modo isento. E isso é mais do que importante agora, para superar ou não a avalanche moral que está por vir, sem sequelas maiores do que as que começam a se abrir.

Não costumo brincar…

Eu quero tudo isso também…

Amanhã eu vou trabalhar 🙂

Simples desse jeito… e tá decidido.

Destino…

O amor que meu coração invade
Faz-me pensar em ti sem cessar,
Traz aos meus dias felicidade
E me dá mais razões de sonhar.

É muito grande a minha vontade
De bem perto de ti me encontrar,
E embora seja enorme a saudade,
A minha ansiedade vou dominar.

Se o meu amor é pra eternidade,
Certamente poderei te aguardar,
A tua vida pode ter longevidade,
A minha tem por destino te amar.

Você vai ficar bem, viu!!!

“Ninguém pode livrar as pessoas da dor, mas será bendito aquele que fizer renascer nelas a coragem para a suportar.”
( Selma Lagerlof )

Durma com os anjos.

“O beijo é um procedimento inteligentemente desenvolvido para a interrupção mútua da fala quando as palavras tornam-se desnecessárias.”
( Autor Desconhecido )

Frase de físico :-)

“Há uma força motriz mais poderosa que o vapor, a eletricidade e a energia atômica: a vontade.”
( Albert Einstein )

Momento Crítico e Delicado

Hoje eu posso escrever, pelo menos em tese. Como ando engasgado acho que vai sair um monte de coisa… É muito trabalhoso tentar ser cronista do cotidiano, relator das próprias desgraças, escrivão de angústias significativas – não é mesmo fácil. Fica tão evidente que ficar alguns dias sem escrever nos enferruja e a fluidez de construir em palavras a confusão mental fica distante e penosa. Apelar para um modelo mais linear não é o caso, porque aqui não tratamos de prioridades ou tópicos; é como se tudo estivesse num mesmo patamar de relevância e portanto seria leviano tentar ser cartesiano pra lidar com todo esse buraco.
Eu estou feliz, estou de fato. Estou triste também e muito. Mas não estou mais confuso. Tudo de fato é uma enorme confusão, mas eu estou cada vez mais sereno e seguro (se não do que vai acontecer) mas pelo menos do que eu quero pra mim. Se isso já é um passo absolutamente volúvel, até porque acontecimentos, humor, olhares e até fases da lua interferem nas pessoas, pelo menos mais um fator me acalma: também sei até onde vou, qual é o meu limite, qual o valor de tudo isso e o quanto posso suportar. Parece lindo e perfeito não estabelecer um teto para o que se vive no campo emocional, mas é absolutamente míope agir assim e até nocivo para os outros. É como se numa prova de amor, você causasse mais tristezas do que alegrias e isso é o cúmulo da contradição das intenções. Então funciona assim: “eu amo, e muito e provavelmente num limite que pra percepção humana pareça mais com sem limite” mas somado ao fato de que “até todos os índices de tolerância, paciência, cumplicidade, compreensão e flexbilidade cabíveis e possíveis eu vou, depois disso paro, mesmo com o pesar e o caldo doente que sobrará dentro de mim”
“Sinal de maturidade humana é aceitar o desafio do sofrimento.”
( Jacques Maritain )